Presidenta quebra o protocolo e cumprimenta adeptos do Veta Dilma

Do Correio do Brasil - Por Redação, com agências de notícias – de Belo Horizonte

Presidenta da República, Dilma Rousseff quebrou o protocolo durante evento em Betim, interior de Minas Gerais, driblou o esquema de segurança montado para ela, nesta sexta-feira (11), e foi até a rua para cumprimentar ambientalistas e manifestantes que gritavam: “Veta, Dilma”. O grupo, de cerca de 100 pessoas, estava do outro lado da rua, separados por grades de segurança.

“Dilma pode vetar, o Brasil vai te apoiar”, gritavam, quando a presidenta surpreendeu aos próprios manifestantes e se aproximou para cumprimentá-los. O gesto de Dilma, de simpatia com a causa dos ambientalistas, sinaliza que ela deverá vetar em partes ou todo o novo Código Florestal, aprovado pelo Congresso, poderá ser vetado nos próximos dias. Importantes setores da sociedade, principalmente ambientalistas e estudantes, apontam falhas graves no texto do código, que poderá deixar desprotegidas as florestas e matas brasileiras.

O veto já foi, em parte, anunciado pela ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Ela adiantou que a presidenta deverá vetar partes do texto, especialmente o que se refere a anistia dada a desmatadores. Nesta sexta-feira, o deputado estadual Durval Angelo (PT-MG), que estava ao lado da presidenta no encontro com os manifestantes, disse ter comentado com ela que o movimento “Veta, Dilma” cresce na região metropolitana de BH e que ela lhe garantiu que haverá vetos, mas sem fazer especificações.

Entre os manifestantes estavam ambientalistas sem vinculações a alguma organização, outros ligados à Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda), da Associação de Preservação Ambiental de Betim (Apua) e estudantes de biologia da PUC-MG, unidade Betim. Em conversa com os jornalistas, os estudantes Raul Lansky, 19, e Gabriel da Luz, 21, organizadores do movimento “Veta, Dilma BH” nas redes sociais, disseram-se surpreendidos com o gesto da presidenta, que cumprimentou cerca de 20 manifestantes.

– Ela não falou nada, apenas sorriu e estendeu a mão para cumprimentar – relembrou Lansky.

A presidenta foi a Betim para inaugurar uma creche e entregar 1.160 apartamentos do Minha Casa, Minha Vida.
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Paulo Teixeira desmente Globo: “Delegado não absolveu Veja”

Do Blog da Cidadania – Eduardo Guimarães

Na edição desta sexta-feira (11/05) do jornal carioca O Globo, mais especificamente na coluna do jornalista Ilimar Franco, figura a seguinte informação:

Pela segunda-vez na semana, um dos veículos que assumiram a defesa in limine de Veja sobre sua relação suspeita com a quadrilha do bicheiro Carlinhos Cachoeira tenta “matar” o assunto com declarações atribuídas aos delegados que participaram das Operações da Policia Federal Vegas e Monte Carlo.

Na terça-feira (09/05), foi o jornal Folha de São Paulo que usou depoimento de um delegado a fim de encerrar a suspeição sobre a revista. Segundo o jornal, em matéria intitulada “Relação da mídia com Cachoeira é alvo de perguntas”, consta que “No depoimento do delegado Raul Souza à CPMI do Cachoeira, o depoente, questionado se havia “matérias encomendadas” por Cachoeira na revista Veja, disse que (…) elas denotam apenas relação entre repórter e fonte”.

Diante disso, o Blog da Cidadania procurou o membro titular da CPMI do Cachoeira deputado Paulo Teixeira. A breve entrevista que o deputado pelo PT de São Paulo concedeu a esta página explica melhor mais essa estratégia desonesta de Folha de São Paulo e de O Globo para confundir o público.

Confira, abaixo, a entrevista:

Blog da Cidadania – Deputado Paulo Teixeira, os jornais Folha de São Paulo e O Globo vêm publicando notas afirmando que os dois delegados da Polícia Federal que já foram ouvidos pela CPMI que o senhor integra teriam absolvido o jornalista Policarpo Júnior, da revista Veja, das suspeitas de que um e outra podem ter servido à quadrilha de Carlinhos Cachoeira. O senhor confirma essa “absolvição”?

Paulo Teixeira – Não confirmo. Primeiro, porque nenhum dos dois delegados tinha por função analisar esse assunto. Eles cuidavam de descobrir a origem do dinheiro da quadrilha que financiava suas relações com políticos e empresas. Em segundo lugar, o delegado citado pela Folha atuou na operação Vegas, em 2009, e o delegado citado por O Globo até respondeu que as gravações não mostraram que Policarpo “praticou ou participou de crime”, mas, em seguida, retificou essa informação afirmando que não tinha como afirmar isso justamente porque seu foco na investigação foi outro. O jornalista Ilimar Franco não cita a segunda afirmação, só cita a primeira.

Blog da Cidadania – Pelo que se entende, deputado, se esses delegados não podem responder a essa questão sobre a culpabilidade ou não de Policarpo e Veja, quem pode responder? Existe algum depoente que pode esclarecer essa questão?

Paulo Teixeira – Quem poderá dar essa resposta será a CPMI, investigando e esmiuçando não apenas depoimentos, mas as gravações. Só para que se tenha uma idéia do volume que há de material a examinar e da falta de elementos dos delegados citados para responderem à pergunta sobre a culpabilidade de Veja, o delegado Matheus Mella Rodrigues, citado em O Globo, relatou que teve acesso a “apenas” 40 conversas entre Policarpo e a quadrilha, sendo que há mais de 200.

Blog da Cidadania – O senhor pode dizer se ao menos Policarpo será convocado pela CPMI para se explicar?

Paulo Teixeira – Ele será convocado, sim.

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Mulheres rejeitam explicação simplista de delegado

Manifesto distribuído por e-mail e aberto a mais adesões

“(…) violência de gênero, cuja base está na cultura machista, que desvaloriza meninas e mulheres e autoriza o homem a agredir, a violentar e a matar. A impunidade dos agressores reforça o ciclo de violência”.

Em entrevista ao jornal Gazeta do Povo de 08/05/2012 sobre o aumento de homicídios de mulheres no Paraná, o Delegado de Homicídios Dr. Rubens Recalcatti diz: “As mulheres passaram a frequentar o mundo das drogas e a se relacionar com pessoas erradas. Elas queriam direitos iguais e, quando os conquistaram, não souberam o que fazer….”.

Com esta declaração o Delegado responsabiliza as próprias mulheres pelo aumento da violência que se abate sobre elas, revelando, em primeiro lugar, o descaso com outras informações que o estudo original do Instituto Sangari divulgou: mais de dois terços das violências notificadas no Brasil ocorrem dentro de casa. No Paraná, dos 330 homicídios femininos ocorridos no estado em 2009, segundo declarações de óbitos, 1/3 se deram no domicílio. Nas violências que não resultaram em morte, captadas pela ficha de atendimento em unidades de saúde – SINAN, nos anos de 2009 a 2011, o principal local de ocorrência da violência contra mulheres foi o domicílio, correspondendo a 67,4% dos casos notificados. E quem agride é o companheiro, marido, namorado ou ex.

Portanto, no conjunto da violência contra as mulheres, é preciso reconhecer que uma parte expressiva desse quadro é consequência de relações desiguais de poder entre homens e mulheres, em especial nas relações conjugais. Essa é denominada de violência de gênero, cuja base está na cultura machista, que desvaloriza meninas e mulheres e autoriza o homem a agredir, a violentar e a matar. A impunidade dos agressores reforça o ciclo de violência.

Em segundo lugar, constata-se o simplismo da análise do delegado, ao tratar de um fenômeno complexo como é a violência urbana. Inúmeros estudos mostram que o crime organizado, o tráfico de drogas e o acesso facilitado às armas de fogo estão associados ao aumento da violência, que tem dizimado especialmente os homens – jovens, negros e pobres – e que o enfrentamento desta realidade exige políticas públicas integradas e contínuas, com base no conhecimento das causas determinantes desse fenômeno.

Precisamos contar com fontes de registros que produzam informações consistentes e atualizadas, bancos de dados que dialoguem entre si, investigações que explicitem as interrelações por trás dos homicídios, análises que levem em conta a complexidade social do fenômeno. A saúde tem sido uma fonte importante, em especial o Sistema de Informações de Mortalidade – SIM, porque padronizou conceitos e metodologias de registro, controle, e produção de indicadores que permitem comparar localidades diferentes. Até o momento a maior dificuldade no Paraná tem sido o acesso aos registros oficiais da Secretaria de Segurança que armazena os Boletins de Ocorrência e laudos do IML.

Precisamos de novos corações e mentes – na academia, nos movimentos sociais, nos órgãos públicos, nos meios de comunicação – para que tenhamos políticas públicas baseadas no conhecimento dos nexos causais da violência e não em avaliações carregadas de preconceito.

Assinam: Rede Feminista de Saúde e DSR/PR; Rede de Mulheres Negras /PR; União Brasileira de Mulheres/PR; Espaço Mulher ; ABEN/PR e outras …

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A perversa disputa municipal


Que ninguém duvide da selvageria das eleições municipais. O jogo é pesado, autofágico, ensandecido e é para quem tem estômago, o couro curtido ou consegue encontrar forças em convicções e razões maiores que o próprio umbigo e o próprio bolso. São raras essas pessoas, mas elas existem, felizmente. Melhor dizendo, elas persistem.

Já sites e blogs alinhados com o pensamento ou com as seduções das máquinas de fazer campanha ao redor da Praça Nossa Senhora da Salette, no Centro Cívico, vociferam e destilam a mesma saraivada de ódios, desinformações, baixarias e ataques pessoais das eleições anteriores. Já vimos esse filme. É daqueles tão nojentos e violentos que deprimem. E no desespero da manutenção do poder pelo poder, nessa corrida gananciosa que atropela a mãe no dia das mães, eles regurgitam venenos, mentiras, atrocidades de uma forma que este velho não saberia dormir sossegado se um dia viesse a praticar tamanha falta de qualquer centelha de sentimento ou de cuidado para com a vida humana.

Mas o jogo pesado visa isso mesmo. Quanto mais as pessoas sérias, de respeito, honestas, trabalhadoras e cumpridoras dos seus deveres se sentirem enojadas com a política e se afastarem, mais espaço os grupos dominantes têm para se manterem no poder e continuarem manipulando. Extrair desse debate quem mais sofre com a falta de políticas públicas e de serviços de qualidade é atentar contra a democracia e calar milhares de vozes, que deixam de participar ativamente da decisão sobre o futuro da cidade. Deixam de ter acesso à creche, escola, atendimento básico de saúde, segurança num sentido amplo.

PMDBang-Bang

Nos mais recentes episódios, vemos o PMDB esfacelado e os “Senhores das Moscas” do partido matando e morrendo à cata das migalhas que caem dos tronos da Capital e do Estado, por um mísero lugar ao Sol e pisando no fígado de quem quer que esteja pela frente e eles acharem que está lhe fazendo sombra. Um partido que teve significativa projeção municipalista em épocas anteriores se encontra, agora, subordinado a interesses que antes combateu. Engana-se quem pensa que o fazem de forma espontânea e individualista, sem as bênçãos de quem sempre deu as cartas na legenda. Dá dó, gente! Só não dá pena nenhuma dos que se instalaram nas entranhas do poder municipal para praticar toda a sorte de delitos contra o patrimônio público. Só que, agora, em nome de outro manda-chuva.

Nessa máquina de moer pessoas, histórias, ideias, já não se justifica mais nada, nem os maiores absurdos e contradições e se plantam boatos, calúnias, ignorâncias que torna cada vez mais difícil folhear um jornal ou navegar na internet. Beto Richa, Roberto Requião, Luciano Ducci, João Cláudio Derosso, Alexandre Cury… Estão todos do mesmo lado: na contramão do interesse público! Dentro do mesmo balaio de gatos.

O jogo da política é perverso. É deprimente, sim, mas se abandonarmos o barco e o olhar vigilante e sagaz, eles nos derrotam. Abatem-nos no ringue da disputa política e amordaçam ou destroem a nossa alma. O estado de direito democrático cobra essa postura crítica da gente. Curitiba e o Paraná merecem um debate em nível mais elevado.

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Câmara vai debater tecnologia 4G no dia 18

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Cobras & Largartos

Falou o que quis e ouviu o que não quis. Depois de perder vôo e de faltar a compromisso agendado com o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, em Brasília, Marcello Richa telefonou para o congressista, interrompendo seu almoço, com uma proposta no mínimo descabida. Com um linguajar bem Patropi de filhote de Piá de Prédio sem noção, Marcellinho propôs a Guerra: “Pois é… então, cara, sabe como é, não deu para ir. Tem como você vir a Curitiba pra gente conversar?”. Foi o suficiente para ouvir cobras & lagartos do outro lado da linha. Sérgio Guerra xingou o piá de tudo quanto foi nome e arrematou com aquela conclusão fatídica: “olha bem com quem você está falando!”. Até para uma legenda em franca decadência, como o PSDB, molecagem tem lá seus limites. Sei lá, entende?

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Documentos da PF mostram que Veja atendia a interesses de Cachoeira

Reportagem da Rede Record – 06/05/2012

Escutas telefônicas gravadas com autorização da Justiça revelaram uma ligação sombria entre o chefe de um esquema milionário de jogos ilegais, Carlinhos Cachoeira, e a maior revista semanal do Brasil, Veja. As conversas mostram uma relação próxima entre o contraventor e Policarpo Júnior, diretor da revista em Brasília (DF). Segundo documentos da Polícia Federal, Cachoeira teria passado informações que resultaram em pelo menos cinco capas da Veja, além de outras reportagens em páginas internas, publicadas de acordo com interesses do bicheiro e de comparsas. Trata-se de uma troca de favores, que rendeu muitos frutos a Carlinhos Cachoeira e envolveu a construtora Delta. O escândalo pode levar Roberto Civita, presidente da empresa que publica a Veja e um dos maiores barões da imprensa do País, a ser investigado e convocado para depor na CPI.

rederecord.r7.com

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Sete mentiras da Veja – #CivitanaCPI

Do Portal da UJS – União da Juventude Socialista

Em nossa cultura cada número tem um significado, são ditos populares que expressam características de uma pessoa ou uma superstição, no caso da revista veja o número 7 – número do mentiroso – é o que melhor lhe cabe.

O portal da UJS levantou sete casos em que a revista Veja inventou fatos e forjou provas, sempre com o intuito de prejudicar algum desafeto, mas, jamais com intuito de fazer aquilo que o bom jornalismo prega, investigar, informar e garantir o direito ao contraditório em suas matérias.


1. “Escola dos Horrores”

Em 1994 Veja publica matéria em que acusa donos de uma escola no bairro da aclimação de praticar abusos sexuais contra crianças, o caso ficou famoso em todo o país, a escola foi depredada e fechada, algum tempo depois se provou que as acusações feitas pela revista eram infundadas, o Estado foi obrigado a pagar uma indenização, mas, a imprensa fez-se de desentendida e nem se quer uma autocrítica publicou;

2. “Tentáculos das Farc no Brasil”

Em março de 2005 a matéria de Veja tenta provar suposta relação do movimento guerrilheiro colombiano com o comando da campanha do ex-presidente Lula e vai além, a revista afirma ter acessos a documentos secretos – desta maneira não apresenta nenhuma prova, pois, são documentos “secretos” – de que as Farc teriam feito uma doação de cinco milhões de dólares para a campanha presidencial de Lula. O ministério público fez investigação e nada foi provado. Como é de costume da revista, esta matéria seria mais uma tentativa de prejudicar o então candidato Lula, desafeto de longa data de Roberto Civita, dono da revista;

3. “Os dólares de Cuba para a campanha de Lula”

Esta matéria foi publicada em 2005 durante a campanha presidencial. Sem nenhuma prova concreta ou algo que valha Veja afirma com todas as letras: “Entre agosto e setembro de 2002, o comitê eleitoral de Lula recebeu 3 milhões de dólares vindos de Cuba. Ao chegar a Brasília, por meios que VEJA não conseguiu identificar”. Sempre de maneira dissimulada, sem apresentar nenhuma prova e mesmo admitindo não saber de todos os fatos, publica-se matéria de capa com acusações estapafúrdias que até hoje não foram comprovadas;
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Roberto Freire, a ignomínia é você!

A gafe do deputado federal Roberto Freire (PPS) só reforça o que o “Lado B” já sabia há muito tempo: Freire é a grande ignomínia da democracia brasileira. Como é que pode, em sã consciência, o eleitor dedicar confiança a quem se destrambela a falar do que não sabe e do que não tem certeza!??? Como é que alguém tão atravessado e descompensado das ideias pode representar o digno povo trabalhador desse Brasil? Pelo menos, o episódio da gafe do ex-comunista deve servir para desmascarar o “nobre deputado” e mostrar com que nível de seriedade ele aponta o dedo em riste e estufa o peito vaidoso para destilar todo arsenal de veneno contra os legítimos representantes dos interesses da população e as políticas públicas que promovem a inclusão social, a distribuição de renda e combatem as desigualdades. Que o eleitor seja louvado! E iluminado para pensar ao menos uma única vez antes de votar nas ignomínias da vida.

É, deputado, se o senhor não consegue ter Semancol suficiente para suspeitar da “pegadinha” ou checar com exatidão uma informação simples, como quer que nós, reles eleitores e responsáveis por bancar seu generoso salário, possamos confiar na seriedade do seu trabalho e respeitar minimamente suas opiniões e defesas fervorosas? Não rola.

Leia também: Roberto Freire pede providências contra notas de real com “Lula seja louvado” (do Viomundo)

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O suspiro da música underground do sul do país completa 1 ano dia 27 de maio

Texto: Beer


Maio de 2011, mais precisamente dia 8, o Front Bar presenciou o nascimento ainda prematuro, disléxico porém raivoso de uma das portas da nova geração da música underground de Curitiba, com apenas 3 bandas se apresentando com uma aparelhagem tecnicamente mais pobre comparada aos dias atuais, a Punkarada da S.O.S Chaos.

Mustaphorius e Sobreviventes do Aborto deram inicio ao primeiro SUSPIRO da música underground de Curitiba.

Desde então, levando em consideração quantas bandas de diversos estilos diferentes já se apresentaram no festival, o público abundante e fiel a cada edição e a organização, o Festival SUSPIRO vem se consolidando como um dos maiores e mais influentes eventos underground do sul do país. Ler mais »

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