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Dedo na Ferida
Confira o videoclipe e a letra da música que motivou a fúria tucana da PM de Minas contra o rapper Emicida. Emicida foi levado à Delegacia de Belo Horizonte por “desacato à autoridade” e teve de dar explicações sobre a composição “Dedo na Ferida”. A prisão do artista engajado na luta em favor das vítimas da truculência e repressão policial na desocupação do Pinheirinho, em São José dos Campos, motivou uma mobilização vitoriosa nas redes sociais neste domingo, contra a perseguição. Emicida foi liberado há pouco.
Confira, abaixo, a letra de DEDO NA FERIDA:
Postado em Cultura, Geral, Radiola Com as tags Dedo na ferida, dj, Emicida, foda-se, governo do estado, Kassab, Pinheirinho, polícia, repressão Deixar um comentário
CPI DO CACHOEIRA: Contraventor teria indicado o secretário da Segurança do Paraná
Negócios que não param de jorrar
O bicheiro Carlinhos Cachoeira tinha outra empreiteira para fazer negócios e procurava oportunidades de explorar jogos em Mato Grosso e no Paraná
ANDREI MEIRELES, MURILO RAMOS E LEONEL ROCHA
Todos sabem que o bicheiro Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira, começou a vida no ramo de jogos ilegais. Com a ajuda de políticos e policiais e o uso de recursos do submundo, Cachoeira se tornou um homem próspero, com negócios nos ramos farmacêutico e da construção civil. Seu braço nessa área era a construtora Delta. A extensa investigação da Polícia Federal na Operação Monte Carlo mostra, à exaustão, quanto Cachoeira se empenhava para conseguir negócios para a empreiteira. Mas, como bom empresário, Cachoeira procurava diversificar seus negócios. Cachoeira usou a Construtora Rio Tocantins (CRT) para fazer negócios em Mato Grosso e em outros Estados da região. Assim como aconteceu com a Delta, os negócios da CRT ex-pandiram-se consideravelmente nos últimos anos.

OPORTUNIDADES O bicheiro Carlinhos Cachoeira. O governo de Silval contratou uma empreiteira ligada a Cachoeira. O bicheiro também estava de olho na loteria do Estado (Foto: Iano Andrade/CB/D.A Press)
A história da CRT se parece muito com a da Delta. No caso da Delta, o elo inicial de Cachoeira era o diretor da empresa para o Centro-Oeste, Cláudio Abreu. Os dois são sócios em outras empresas. Nos bastidores, Cachoeira trabalhava pela Delta. A CRT está registrada em nome do empresário Rossine Aires Guimarães. Fazendeiro no Tocantins, dono de um rebanho estimado em cerca de 80 mil cabeças de gado, Rossine é um homem discreto. De acordo com a investigação da Polícia Federal, Rossine é sócio de Cachoeira e de Cláudio Abreu em outras empresas e empreendimentos no Tocantins, no Distrito Federal e em Mato Grosso. Em conversas gravadas pela PF, Carlinhos Cachoeira afirma que usará a CRT como alternativa à Delta em negócios com administrações públicas. Até 2010, a CRT não tinha nenhum contrato com o governo de Mato Grosso. Depois da posse do governador Silval Barbosa (PMDB), a CRT melhorou de vida. Primeiro foi contratada, sem licitação, para executar serviços emergenciais numa rodovia estadual não pavimentada. Em agosto do ano passado, a empreiteira conseguiu um contrato para alugar 900 carros para o governo de Mato Grosso por um ano, por R$ 70 milhões. O governo de Mato Grosso diz que o contrato foi cancelado depois que o escândalo Cachoeira eclodiu.
No governo de Barbosa, a empreiteira CRT foi contratada para alugar carros e fazer obras em Mato Grosso
A CRT foi contratada pelo governo de Mato Grosso por meio de um instrumento burocrático chamado de Ata de Registro de Preços. Funciona assim: a empresa participa de uma concorrência pública para ser a dona da ata. Mas, depois, tudo fica menos burocrático. Com a ata, a empresa pode ser contratada, sem concorrência, por qualquer órgão público em todo o país. Além de ter a turma de Cachoeira por trás, a estratégia da CRT é semelhante à seguida pela Delta. ÉPOCA revelou, na semana passada, que a Delta obteve três contratos para aluguel de carros para o mesmo governo de Mato Grosso. Os compromissos somam cerca de R$ 20 milhões. Nesse caso, nem houve concorrência. Para isso, o governo de Mato Grosso aderiu a uma ata, obtida pela Delta em 2009 com o governo de Goiás, onde Cachoeira era forte. Em abril, a Secretaria de Segurança Pública de Goiás elevou o pagamento anual para aluguel dos carros de R$ 37,5 milhões para R$ 49 milhões e aumentou o prazo por mais um ano.

JOGO O governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). A turma de Cachoeira queria conhecê-lo. Em seu governo, o ex-chefe da Polícia Militar tinha relações com bicheiros (Foto: Sergio Lima/Folhapress )
Os bastidores desse negócio estão num diálogo gravado pela Polícia Federal e obtido por ÉPOCA. Em 16 de abril de 2011, Cachoeira conta a Cláudio Abreu que o procurador Ronald Bicca lhe dissera que impediu o secretário de Segurança de promover uma licitação para a compra de carros. Cachoeira e Abreu comemoram a decisão. Ela beneficiou a Delta, que continuou a alugar os carros para a frota da Secretaria de Segurança. Um mês depois dessa conversa, a Delta Construção pediu – e conseguiu – o reajuste dos preços. O aval para o reajuste, o valor e a prorrogação do contrato por um ano foram definidos por Ronald Bicca, então procurador-geral de Goiás. Bicca foi afastado do cargo depois de ser citado em conversas gravadas entre Cachoeira e o senador Demóstenes Torres.
Demóstenes ficou conhecido no Senado pelos jantares regados a bons vinhos. ÉPOCA já mostrou gravações da Polícia Federal em que Demóstenes e Cachoeira trocavam impressões e conhecimentos sobre vinhos. De acordo com políticos, num desses jantares na casa de Demóstenes, no ano passado, o governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, encontrou Cláudio Abreu. A aproximação fazia sentido. Escutas telefônicas mostram que, entre os interesses da turma de Cachoeira em Mato Grosso, estava o controle da Loteria Estadual (Lemat), fechada desde o final da década de 1980. Em outubro do ano passado, Barbosa assinou um decreto para reativar a loteria. Em dezembro, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso aprovou uma emenda que autoriza a exploração da loteria por empresas privadas. O autor da proposta foi o presidente da Assembleia, deputado José Geraldo Riva (PSD), um político envolvido em vários escândalos, que responde a mais de 100 processos por improbidade administrativa. Estava marcada para a semana passada a audiência pública sobre a loteria. Com a Operação Monte Carlo, o governador Silval Barbosa suspendeu a audiência. Desde o final de março, ÉPOCA tenta obter respostas de Barbosa, sobre a proximidade de sua administração com a turma de Cachoeira. Na semana passada, Barbosa se limitou a dizer que nunca esteve com Cachoeira.
Meu primo quer levar o Carlinhos Cachoeira para conhecer o Beto Richa”diz um ex-vereador de Anápolis
Postado em Geral Com as tags Beto Richa, Carlinhos Cachoeira, CPI do Cachoeira, indicação, Reinaldo de Almeida, Revista Época, secretário de segurança pública Deixar um comentário
A coragem de Dilma Rousseff
Por Ricardo Kotscho, no blog Balaio do Kotscho (copiada do Blog do Miro):
Banqueiros. Latifundiários. Militares. Quem mais teria coragem de enfrentar os interesses destas corporações em assuntos considerados intocáveis até outro dia, como queda de juros, reforma do Código Florestal e criação da Comissão da Verdade, verdadeiros tabus históricos?
Sem se preocupar com o que os outros vão pensar, a presidente Dilma Rousseff resolveu ir à luta em variadas frentes nas últimas semanas, comprando muitas brigas ao mesmo tempo. Vai ganhar todas? Só o tempo poderá dizer, mas ela não é de fugir da raia.
“Com a popularidade que esta mulher tem, até eu…”, poderia desdenhar algum representante dos 5% que não gostam do governo dela.
Não é bem assim, como ouviu na semana passada o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, ao fazer um comentário sobre a alta aprovação de Dilma nas pesquisas, durante reunião em que ela explicou aos empresários as mudanças nas regras da caderneta de poupança, outro tema delicado que ela resolveu encarar.
“Eu vou fazer o que tem que ser feito, sem me preocupar com pesquisas”, respondeu-lhe Dilma, resumindo o espírito da presidente que se tornou um lema do seu governo prestes a completar 18 meses.
Por que fazer tudo ao mesmo tempo? Cheguei a me preocupar, ao ver as decisões anunciadas, que mexem com os interesses de setores sempre tão temidos pelos governantes.
Depois das conversas que tive no Palácio do Planalto no final do mês passado, percebi que a presidente resolveu assumir em suas mãos o comando e a iniciativa política, mesmo em questões econômicas, exatamente como fez o ex-presidente Lula em seu segundo mandato.
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Postado em Geral Com as tags Balaio do Kotscho, Blog do Miro, coragem, Dilma Rousseff, grandes corporações, interesses, intocáveis, Ricardo Kotscho, tabus Deixar um comentário
Vão para a pátria que os pariu!
Diferente do que se pensa ou do que foi ensinado nas escolas, a libertação dos escravos no Brasil, em um primeiro momento, foi motivo de festa mas, logo em seguida, gerou descontentamento entre os que atravessaram forçadamente o Atlântico para servirem de mão de obra grátis, “mercadoria” super valorizada e de “válvula de escape” para donos estressados de grandes latifúndios.
A abolição da escravatura deixou negros e mulatos jogados à própria sorte. O que antes era uma fonte inesgotável de renda para traficantes, mercadores e senhores de Casas Grandes, com a promulgação da Lei Áurea, o “produto” criou enormes problemas logísticos no império. O que fazer com a grande quantidade de pessoas vindas de outro continente e que, livres, não tinham condições de trabalhar formalmente, de comprar uma moradia, de comer e de se vestir?
Assim como Pilatos, os poderosos lavaram as mãos, levantaram os narizes, subiram ao degrau mais alto da soberba e fingiram que o problema não era deles.
Hoje, 13 de maio, data em que se comemora a Abolição da Escravatura e coincidentemente, neste ano, o dia das mães, poderosos políticos de direita e herdeiros ideológicos daqueles que se fingiram de mortos são contrários às cotas para universidades e favoráveis à defesa de bandidos, bicheiros e corruptos de toda espécie para a manutenção desse mesmo poder imperialista, reacionário, manipulador, discriminatório e que alimenta as contas bancárias milionárias da banda podre midiática.
O que diriam as mães de Cachoeiras, Demóstenes, Perillos, Serras, Freires, Bolsonaros, Arrudas e ad infinitum?
Impossível saber o que se passa em corações de mães. Sofrem caladas para proteger a cria, mas o desgosto de um coração de mãe, provavelmente, é o maior de todos.
Postado em Geral Com as tags 13 de maio, Abolição da Escravatura, Dia das Mães, Lei Áurea 2 Comentários
Desaparecimento de Renato Brandão e uma rotina abruptamente quebrada há 8 meses
Minha filha contou esta semana que, depois do divórcio, demorou muito para se acostumar com a ausência. Não apenas com a ausência física do marido, mas de uma relação de cumplicidade em que um informava ao outro cada passo que dava: “estou saindo para almoçar”, “voltei para o trabalho”, “teve uma reunião aqui, aconteceu isso” e uma série de mensagens trocadas o dia todo para reforçar uma ligação de cumplicidade que misturava os sentimentos de marido, esposa, pais e os cuidados entre eles. Era uma forma saudável de “policiar”, de proteger e de saber que tudo estava bem. A rotina se quebrou quando tudo o mais foi para o buraco e não teve mais volta.
Mas o peso desse vazio no coração de minha filha nem de longe se compara com o sentimento de perda, de insegurança e de dúvidas que compõem o drama vivido por Míriam Weiss Beltrão e sua filha Thaís com o desaparecimento do engenheiro Renato Brandão, que hoje, nesse dia das mães, completa exatos oito meses. Ou com a dor da mãe do engenheiro curitibano. São oito meses dormindo e acordando sem saber onde e em que situação estaria Renato, sem a presença dele pela casa e arrancando forças sabe-se lá de onde também para dia após dia continuar as buscas com os recursos da família e o apoio de amigos, manter a campanha nas redes sociais e rezar para que alguma informação ou pista surjam que tragam Renato de volta ou informem o seu destino.
Em respeito ao drama de Míriam, sua família, e com a certeza de que o mínimo que se pode fazer, de posse de um veículo de informação, é continuar divulgando o caso e a imagem de Renato Brandão, é muito importante manter a campanha no ar. O mundo será melhor na medida em que cada um de nós assumir como suas as dores das demais pessoas e fizer o que está ao nosso alcance para ajudar. A família de Renato Brandão só pede a jornalistas, blogueiros e perfis na rede que espalhem a imagem dele. Um dia, quem sabe, alguém vai ver e falar algo para elucidar esse desaparecimento.
Postado em Curitiba, Geral Com as tags ajuda, buscas, campanha, desaparecido, Dia das Mães, divulgação, Renato Brandão 1 Comentário
Quem conta as lágrimas das mães paranaenses?
Esta semana, o governador Beto Richa (PSDB) resolveu visitar a mãe da menina Estefani Vitória Rochinski de Porto Amazonas, desaparecida desde o dia 4 de maio e teria prometido todo o empenho da polícia para resolver o caso. O conforto e a promessa não duraram nem um dia. Poucas horas depois do governador visitar a família, a delegada responsável pelo caso informa que as buscas foram suspensas e que essa determinação vale para todos os órgãos envolvidos na procura por Estefani.
Apesar da publicidade toda em torno do gesto do governador, Beto carregou nessa visita a consciência pesada pelas lágrimas de outras mães que choram até hoje a perda de seus filhos e a falta do empenho prometido. Basta citar dois momentos que causaram comoção e ganharam a atenção dos noticiários. Quando prefeito de Curitiba, Beto comemorou a instalação de câmeras de vídeo e segurança que monitoraram usuários de drogas e praticantes de furtos, para garantir o sossego de quem faz caminhadas ou passeia no Parque Barigui. Mas uma única das seis câmeras espalhadas pelo parque, se colocada no interior da Rodoferroviária de Curitiba, poderia ter identificado meses depois da alardeada proteção no Parque Barigui o assassino da menina Rachel Genofre, que desapareceu após sair da escola, foi abusada sexualmente, morreu asfixiada e teve seu corpo abandonado dentro de uma mala na rodoferroviária. Nesse terminal, circulavam em 2008 cerca de 20 mil pessoas por dia. Mas nem isso mereceu a mesma atenção de que gozava quase que com exclusividade o jacaré do Parque Barigui.
190 Km/h é crime!
Outro remorso que pode ter pousado sobre a cabeça de Beto Richa ao visitar a família da menina Estefani Rochinski e prometer todo o empenho da polícia nas investigações também tem a ver com câmeras de monitoramento e também remetem à sua responsabilidade de prefeito de Curitiba e gestor dos órgãos municipais relacionados às investigações. Quando o ex-deputado Carli Filho atropelou e matou os jovens Gilmar Rafael Yared e Carlos Murilo de Almeida, em maio de 2009, imagens de câmeras entregues à polícia foram adulteradas, segundo informa laudo de perícia contratada pelo advogado da família Yared, e suprimiram informações preciosas para elucidar questionamentos e suspeitas levantados com base nos primeiros depoimentos de testemunhas do acidente.

Imagem compartilhada nas redes sociais para ilustrar reportagens sobre os três anos da morte dos jovens Gilmar Rafael Yared e Carlos Murilo Almeida.
Os destinos do ex-deputado serão definidos em júri popular, mas, até então, ele goza de três anos de uma impunidade que só aumenta a dor das mães de Gilmar Rafael e Carlos Murilo, que não conseguem sepultar a injustiça. Fazer justiça não lhes devolverá os filhos, mas devolverá às suas casas e em segurança os filhos de outras tantas mães, que, após trabalharem e percorrerem de madrugada as ruas de Curitiba, não se depararão com criminosos ao volante e em livre circulação, de posse de caras, violentas e rápidas máquinas de matar.
Postado em Geral Com as tags Beto Richa, crimes, impunidade, investigação, Justiça, lágrimas, mães, promessas Deixar um comentário
Bomba: Cachoeira ligado à fabulosa doadora de R$8,25 milhões ao PSDB Nacional
Extraído do blog Amigos do Presidente Lula
Isso não sai no Jornal Nacional, nem na revista Veja:
Um diálogo entre dois altos membros da organização de Carlinhos Cachoeira mostra que ele teve negócios em parceria com o grupo empresarial de JC Gontijo.
A empresa é de José Celso Valadares Gontijo, que apareceu gravado no mensalão do DEM entregando pacotes de dinheiro (vídeo abaixo).
Ele é marido de Ana Maria Baeta Valadares Gontijo, …
a pessoa física que fez a maior doação de campanha do Brasil nas eleições de 2010:
R$ 8,25 milhões.
Tudo exclusivamente para a Direção Nacional do PSDB.
O que o tucano José Serra (que foi candidato a presidente), e o deputado Sérgio Guerra, presidente do partido, tem a dizer?
A CPI do Cachoeira precisa verificar qual foi esse negócio com a JC Gontijo e seguir o rastro do dinheiro.
Leia também:
- A fabulosa doação PESSOAL de R$ 8,25 milhões da socialite para o PSDB! Mensalão do DEM na parada.
Câmara vota cheque em branco de R$ 25 milhões para prefeito encher a cidade de obras viárias às vésperas das eleições
Por Erick Feitosa, do site da Professora Josete
Com esta nova operação de crédito, até o fim do ano, Luciano Ducci (PSB) deverá ter gasto pelo menos R$ 155 milhões em obras de asfaltamento
Será votado nesta segunda-feira (14), em primeiro turno, na Câmara Municipal de Curitiba, o crédito adicional especial que poderá destinar mais R$ 25 milhões para a recuperação de pavimentação em diversas ruas de Curitiba. Com o recurso extra, a Prefeitura pretende recuperar cerca de 130 km de vias públicas.
Os recursos, que devem ser aplicados às vésperas da eleição deste ano, não estavam previstos na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e muito menos na Lei Orçamentária Anual (LOA).
Mais do que isso, de acordo com levantamento realizado pelo mandato da vereadora Professora Josete (PT), com a aprovação de mais este crédito, até o fim de 2012, o prefeito Luciano Ducci (PSB) terá gasto pelo menos R$ 155 milhões em obras de asfaltamento.
Os valores seriam suficientes, por exemplo, para zerar a falta de vagas em creches na capital paranaense.
Governar é… fazer asfalto!?
A vereadora Professora Josete aponta que, com a aprovação deste crédito, nos quatro primeiros meses deste ano, o chefe do Poder Executivo terá aumentado os recursos para obras de pavimentação em aproximadamente 50%. É que somando todos os recursos relocados por meio de créditos adicionais especiais e suplementares enviados à Câmara Municipal de Curitiba, os quais foram todos aprovados até agora, chega-se ao montante de R$ 50 milhões destinados à pavimentação somente nos primeiros quatro meses de 2012. Considerando o que já estava previsto na LOA 2012, os valores ultrapassarão os R$ 155 milhões.
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Postado em Curitiba, Geral Com as tags ano eleitoral, cheque em branco, Luciano Ducci, obras Deixar um comentário











Quem pariu Mateus, que o embale…
Arte: do Facebook.