
Aparência de "bonitinho" é só fachada!
Os pilares do poder estão abalados no reino vizinho ao do sultão Al-Aladir Hosskony, de Bituca. No palácio de Arausskhar, os talentos que faltam ao califa D’Albhertur Misha para conferir produtividade, trabalho e eficiência ao comando do governo e para pensar em formas de melhorar a vida do seu povo e da vassalagem, sobram em know-how na organização de festas, na auto-promoção e para os escândalos da luxúria.

Agnolo Bronzin: uma alegoria da luxúria
Os rumores mais recentes dão conta de que a voracidade do califa é tamanha que a primeira esposa não consegue mais disfarçar suas humilhações públicas – já não cabem mais debaixo dos riquíssimos tapetes – e tratou de abdicar dos compromissos palacianos, além de expulsar dos seus aposentos o insaciável e tresloucado marido. Suas puladas de cerca já extrapolam as fronteiras do controlado harém tradicional e das mais singelas bibocas frequentadas pelo califa nas suas peregrinações pela vastidão do reino. É público e notório que as atitudes de Misha estão constrangendo subordinados dos mais aos menos hipócritas, dos mais aos menos puxa-saco, que, à boca pequena, lhe prestigiam com apelidos que evidenciam seu desapego pelas responsabilidades e protocolos oficiais. Espalham até mesmo que o califa se comporta como quem achou em algum lugar ermo, fétido, insalubre e purulentamente caldaloso o seu cetro real, objeto-símbolo de poder e de superioridade masculina, e por isso é que não lhe dá o devido valor.

"Moça bonita não paga, mas também não leva!".

Que coisa mais meiga! O Eduardo Schneider e a Dona Garrafa.
Mas um escândalo envolvendo as relações extraconjugais do califa com uma princesa do comércio de sedas, tecidos e pedras preciosas Dasslhu, antiga protegida da família real e filha de mercadores com raízes nos oásis orientais, foi a gota d’água para a primeira esposa do califa incorporar a britânica Lady Di e soltar um grito desesperado de basta, além de assinar um atestado de vitimização da pobre menina rica pelos arautos das redes sociais. Assim como no caso inglês do Príncipe Charles com Camilla Parker Bowles, as puladas de cerca do califa também abalam a estrutura emocional dos filhos “Willian, Harry e quem mais chegar”, a ponto de um fugir em disparada para bem longe dali e outro abandonar de vez os estudos que nunca foram o seu forte mesmo.

"Eu tenho direito a um médico, um guarda-costas, um professor de equitação, um comerciante e um jogador de rugby!".
Serviam apenas para impressionar os pais e aumentar seu status e os gastos com propaganda oficial. Mas não faltam cargos e brinquedos novos capazes de lhes devolver a paz de espírito. “Casa, que passa”, recomendam os mais desesperados conselheiros.
A coisa está realmente feia e descontrolada no reino de Misha; dentro e fora das dependências do palácio de Arausskhar os escândalos se sucedem. Terremotos e mais terremotos. Por onde o califa passa, logo é seguido por rastros e sussurros de fofocas e relatos bizarros de baixarias. Foi decretada uma operação radical de “fecha a bragueta”, ainda em fase de testes e sem grandes esperanças de que seja bem sucedida. Em episódio similar no passado, as ambições políticas de Misha foram suficientes para lhe impor o autocontrole à força. Agora, a crise de idade e os impulsos do bicho-homem parecem surtir mais efeito sobre os atos falhos do califa, que não são poucos. Ai de quem duvidar, pois dizem que o “ser superior” não está perdoando nada que faça sombra e que nem é preciso comprovar estar em dia com a vacinação.

Seguuuuuuura, peão!
Vai trabalhar, piá!
Um ano de governo mais parado que poste!
Carnaval com perspectiva de greve dos policiais no Paraná… Parabéns, Beto Richa! Reflexo de um ano de governo mais parado que poste, cujas poucas ações se resumiram ao desespero tucano por arrecadar mais ou privatizar o patrimônio público. Os indicativos de greves, indignação e protestos explodem justamente quando a lamúria da herança maldita não comove mais ninguém, o governo anuncia superávit nas receitas, trabalha com orçamento que ele mesmo aprovou e com as prioridades que ele mesmo definiu, aprovadas pelo rolo compressor da base aliada no Legislativo, mas as obras e programas que a população tanto necessita e quer ver acontecerem tomaram chá de sumiço.
Quem sabe estourando cassinos, antros de prostituição e “bocas” em operação-padrão ou simplesmente cumprindo mandados de prisão que estão na gaveta, caia a ficha do governador e ele se veja pressionado por “forças ocultas” a ceder às reivindicações dos policiais. Mas o restante da população paranaense precisa fazer o quê para ser atendida e respeitada? Por enquanto, aquele bolo de aniversário exibido em foto absurdamente grande nas páginas impressas da Gazeta do Povo de ontem e que Beto deu a mulher é, na verdade, o bolo que ele dá à população do Paraná. A mesma que o elegeu para governar, gastar tempo e suor na busca de soluções para os problemas do povo. Não para camuflar crises conjugais. Mostra trabalho, piá!
Para isso, a gente acha tempo. Foto:Orlando Kissner, na Gazeta do Povo