Notoriedade

A máxima “quem diz o que quer, ouve o que não quer” funciona bem para ilustrar a coluna “Bate Pronto” da revista Mês, nº 13 (página 15). O relator da CPI do Caso Derosso, Denilson Pires (DEM), não gostou de ser chamado de pizzaiolo pelo estudante Thiago Moreira, secretário de Cultura do PT do Paraná, em manifestação contrária ao relatório do vereador que orientava para o arquivamento das acusações contra João Cláudio Derosso (PSDB), inocentando o presidente licenciado da Câmara Municipal de Curitiba das irregularidades na contratação de serviços de publicidade e improbidade administrativa. O “fio do DEM” disse que Thiago não o conhecia e o estudante rebateu, passando recibo do quanto o vereador é famoso e noticiado… No “reconhecimento”, o estudante chamou a atenção para a “notoriedade” do parlamentar curitibano, que foi preso recentemente e responde pelo desvio de mais de R$ 8 milhões de reais do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), quando presidiu a entidade.

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