Em pleno horário de expediente, quando o trabalhador comum está batendo ponto e marcando presença no seu local de trabalho, o prefeito de Curitiba e o governador do Paraná estavam no Hotel Bourbon em agenda de campanha, montando chapa e monopolizando a atenção da mídia. Bonito, né? Cadê a coerência do pobre-menino-feio-e-rico do prefeito que disse que não se licenciaria do cargo e que sua campanha seria limitada ao tempo de folga? A mesma “coerência” de quem toca o terror na máquina da prefeitura para forçar os servidores a pegarem firmes na sua campanha fadada ao fracasso. A mesma coerência de um médico no posto mais alto da administração municipal, quando o pior serviço público oferecido à população está justamente na área da saúde.
Por falar em definição de coerência, o vice de Ducci, Rubens Bueno (PPS), foi aliado do PT em 2002, comemorou junto com Padre Roque a vitória de Roberto Requião (PMDB) no segundo turno das eleições para governador do estado, ocupou uma diretoria da Itaipu, como cargo de confiança do governo federal, disputou em 2004 a prefeitura de Curitiba, em oposição a Beto Richa e, hoje, posa na foto de aliado do PSDB. Isso é que é coerência! É muita incoerência para o estômago fraco do eleitor e contribuinte. E mais do que isso: a aliança é uma questão de incompetência!






4 comentários
Ducci, Rubens Bueno, Dwerosso… tudo farofada!
Tenho mto medo de que a cidade seja vendida ou lugada antes da eleição…
É muita falta de coerência pra uma coerência só. Acorda eleitor!
Bom, o Derosso não é amigo recente. São pelo menos 10 anos de mancomunato… Vai Derosso, fica de cara e joga tudo no ventilador contra eles!
Coerência é o Lula com o Maluf.