Mensagem linda e foto que recebi de um amigo

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Blog “Os Amigos do Presidente Lula” combate fogo amigo e restitui a verdade sobre Bernardo e a Lei dos Meios

Vários Blogs e CartaCapital descobrem que erraram: Bernardo sempre foi a favor de uma Lei dos Meios

Copiado do Blog “Os Amigos do Presidente Lula”

Nosso blog vem sendo contrário ao “fogo amigo” praticado contra o governo Dilma, fulanizado no ministro das Comunicações. Não porque o governo Dilma não possa receber críticas, mas porque estas críticas estão fora de foco, infundadas, deturpadas e construídas em bases falsas. Para piorar, em vez de ajudar, atrapalham avanços na chamada “Lei dos Meios”, porque despolitiza o debate e cria mitos e fantasmas, a ponto de, hoje, termos que ficar na defensiva, explicando que não é censura.

Essa deturpação não é apenas minha opinião. É fato, que pode ser comprovado com seus próprios olhos, pelo vídeo abaixo.

Há um mês atrás, em 05 de março de 2013, o ministro Paulo Bernardo (PT-PR) deu esta entrevista coletiva abaixo, com estes trechos veiculados na TVT (TV dos trabalhadores):

Mesmo o ministro dizendo nesta entrevista, com todas as letras, que “evidentemente, a Internet gratuita em locais públicos da cidade deverá ser colocada na conta das empresas [teles], como contrapartida ao licenciamento mais fácil de antenas na área urbana”, espalhou-se por aí o boato de que Bernardo estaria contra a internet gratuita e a favor das teles. O vídeo comprova que era um boato prá lá de falso, invertendo suas palavras.

Na mesma entrevista, observe a resposta à pergunta sobre democratização das comunicações:

“… sou favorável a fazer regulação nos termos da Constituição (…) estamos desenvolvendo um projeto de lei. Temos, primeiro, que fechar este projeto, e depois discutir qual o momento adequado de mostrá-lo (…) Não é simples de aprovar isso no Congresso. Eu, por exemplo, sou contra deputado ter rádio, televisão… mas isso precisa ser votado no Congresso, para [passar a] valer”. Ler mais »

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O direito coletivo, a liberdade sindical e as normas internacionais

“O Direito Coletivo, a Liberdade Sindical e as Normas Internacionais” é o livro que será lançado hoje (3), às 19h, no salão nobre da Faculdade de Direito da UFPR. A obra, em dois volumes, foi idealizada pelo professor de Prática do Direito do Trabalho da UFPR, Sandro Lunard, pela professora de Direito Internacional da UFPR, Tatyana Friedrich, e pelo renomado advogado trabalhista André Passos.

O primeiro volume traz textos doutrinários sobre o tema em homenagem aos cinqüenta anos de advocacia do Dr. Edésio Passos, e o segundo é uma recopilação do decisório do Comitê de Liberdade Sindical da OIT – Organização Internacional do Trabalho. A recopilação foi chancelada e autorizada pela OIT.

Confira!

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Doe livro e adote esperança!

Vista do interior da biblioteca do Instituto Mirtillo Trombini, com mais de 30 mil títulos. Quando começou, seu acervo cabia dentro de uma caixa de verduras. Hoje, serve à comunidade de Morretes e reúne 1.750 leitores assíduos.

Em Morretes, no Litoral do Paraná, o projeto “Do Brasil para o nosso cantinho” continua encantando milhares de pessoas ao redor do mundo todo e levando muita esperança pelos caminhos da literatura a centenas de morretenses, que adquiriram ou aperfeiçoaram o hábito da leitura a partir da biblioteca que funciona no prédio da Galeria de Arte do instituto Mirtillo Trombini. O que começou com a doação de livros que cabiam em uma caixa de verduras, entre eles um exemplar de Monteiro Lobato, hoje soma mais de 30 mil títulos. Vinte e cinco mil desses, devidamente catalogados pelo empenho de apenas duas pessoas para lá de dedicadas e apaixonadas por esse trabalho, quase que um sacerdócio.

“Um país se faz com homens e livros” (Monteiro Lobato).

A comendatriz Elizabeth Lemes recebeu das mãos do publicitário Edson Rimonatto um exemplar da recém lançada revista comemorativa dos sete anos das “Oficinais de Análise e Criação Literária” da Casa da Leitura Dario Vellozo, da Fundação Cultural de Curitiba (FCC), para compor o acervo do Instituto Mirtillo Trombini e encantar leitores também da litorânea cidade de Morretes.

Em 2012, foram emprestados mais de 10 mil livros. Apenas no mês de janeiro de 2013, em plena alta temporada para a movimentação de turistas e período de férias escolares, o número de empréstimos a leitores morretenses chegou à marca de 880 livros. São 1.750 os atuais leitores assíduos da biblioteca do Instituto Mirtillo Trombini, que emprestam livro por uma semana, podendo renovar por mais uma. Em média, três dias são suficientes para os ávidos leitores devolverem um livro e emprestarem outro título. O caçulinha dessa família formada em torno do gosto pela literatura tem apenas um ano e meio. Começou a emprestar livros de bebês com apenas quatro meses de idade para se deliciar com as figuras e os bichinhos. A biblioteca aceita doações de todos os cantos do mundo. A última remessa, por exemplo, foi enviada de Cingapura, na Ásia. E um grupo de chineses, que esteve no Paraná para firmar parcerias com a Copel, também se encantou com o projeto e enviou livros para Morretes.

Da curitibana Ivone Ataíde, a biblioteca recebeu um exemplar do livro “Sebuí Sonhos”, que reúne belíssimas imagens e informações da Reserva Ecológica do Sebuí, na região de Guaraqueçaba, litoral norte do Paraná…

…E foi presenteada, por sua vez, com um exemplar de “Vida Livre – A história do Papagaio-de-Cara-Roxa” de Guaraqueçaba, de Adélia Maria Woellner e ilustrações da norte-americana Kitty Harvill. O livro apresenta também personagens caiçaras locais. É patrocinado pela lei de Incentivo à Cultura e Ecovia, conta com o apoio da SPVS, Nexo Design e Ministério da Cultura. A realização é do governo federal.

A comendatriz Elizabeth Lemes, que cerca de carinho tudo o que faz, pede que a doação seja acompanhada de uma cartinha, na qual a pessoa divide seu sentimento com a comunidade de leitores do município de Morretes: “Se você leu alguma obra que gostou tanto a ponto de querer compartilhar com outras pessoas, passar uma mensagem adiante, levar além aquelas palavras, manda para a gente. E aproveita para escrever contando o que motivou a doação ou o que essa obra representa para você. Divide com a gente esse sentimento bonito de partilhar conhecimento”, disse.

Elizabeth Lemes e Thea Tavares: uma amizade que nasceu de visita à Galeria de Arte. A paixão pelo que faz é um sentimento compartilhado por elas. Foto: Edson Rimonatto.

Para doar livros, enviar sua cartinha e participar do projeto “Do Brasil para o nosso cantinho”, basta escrever para:

Galeria de Arte Mirtillo Trombini

Rua Alameda João de Almeida, 20. CEP 83350-000 / Morretes-PR.

galeriatrombini@brturbo.com.br ou elizabeth-elizabeth@live.com

1º quadro pintado por Mirtillo Trombini em 1944. O dia era bastante chuvoso e o cunhado, que serviu de modelo, ficou em cena por horas, montado no seu cavalo, molhado e sem perder a pose. Foram usadas apenas três tonalidades de tinta e o quadro é feito de papelão. Mirtillo Trombini tem atualmente 93 anos de idade.

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Sexta-feira da quaresma: não tem carne!

Do Google Imagens

Estamos na Páscoa. A quaresma, para os católicos, ficou lá na última quinta-feira. Na casa dos avós Júlia e Luiz uma tradição se mantém desde muito antes dos dois serem batizados de nono e de nona. Desde que eles próprios exigiam os mais básicos cuidados infantis dos adultos, para não tropeçarem, não baterem nos móveis, não se machucarem, não engasgarem com a comida e dormirem cansados e profundamente felizes com os bracinhos abertos em volta da cabeça.

Do Google Imagens/Blog do Groupon

A tradição que hoje Júlia e Luiz repassam aos próprios netinhos é a de que sexta-feira, durante os quarenta dias entre o Carnaval e a Semana Santa, não tem carne em casa. Faz-se abstinência à carne vermelha, simbolizando a preparação do corpo e do espírito para a renovação pascal. As divergências religiosas, teóricas e dogmáticas não cabem aqui. Não é disso que se trata esse escrito. Apenas se ressalta a beleza e a cultura que muitos de nós perdemos com a modernização e com a velocidade com que nossas vidas caminharam para o mundo adulto, urbano, individual, agressivo e descomprometido, focado apenas e tão somente na própria sobrevivência.

Júlia e Luiz ainda educam uma família, um pequeno núcleo da sociedade. Mesmo que pautados nos seus conceitos religiosos, repassam conhecimentos, valores e formam pessoas para respeitarem as diferenças das outras e para o convívio coletivo. Os netos, à medida em que vão crescendo, perguntam e vão compreendendo o porquê de na sexta-feira da quaresma não se comer carne em casa. Há pessoas que levam o sacrifício a sério por todos os 40 dias da preparação. Mas Júlia e Luiz sabem que o valor e o ensinamento dos laços familiares não é para ser extraído a fórceps, nem para ser perpetuado na cabecinha das crianças com memórias de sofrimento, de dor ou de excesso de privação, mas para ser fruto de um respeito, de uma aceitação natural, quase que um prazer em abrir mão de algo que se gosta de fazer por um bem maior ou por um valor maior, coletivo, por um ato de respeito e daquele tipo de humildade que nos engrandece. Educação é isso! Sem submissão ou passividade, mas como parte integrante do ritual de formar pessoas, cidadãos e – por que não? – grandes lideranças da nossa sociedade. Até por virem a ser líderes, precisam dessa humildade.

Qualquer religião que seja tem por base o humanismo e o valor da vida. Talvez não tivessem toda essa leitura em mente e apenas e tão somente Júlia e Luiz mantenham a tradição porque foram assim que aprenderam a ser gente e a constituir família. Repassam o valor do respeito sem grandes elocubrações teóricas e simplesmente levam adiante algo que aprenderam e que pode morrer na sociedade junto com os dois. Como todo aquele rol de conhecimentos que não cabem mais nos dias de hoje ou profissões e ofícios que deixarão de existir quando os últimos mestres artesões se forem. Júlia e Luiz são como o fabricante de carroças ou o cara que conserta vídeo cassete.

Do blog Reclames do Estadão: http://blogs.estadao.com.br/reclames-do-estadao/2012/05/14/tempo-da-carroca/

Do Google Imagens

Muito provavelmente o mundo não veja com bons olhos as tradições de Júlia e Luiz quando chegar a vez dos netos ditarem em suas próprias casas as regras da sexta-feira da quaresma que aprenderam com os avós e com os pais. Muito provavelmente as filhas de Júlia e Luiz não mantenham a tradição por muito mais tempo. Mas no fundo das memórias mais felizes da infância delas e dos filhos, os netinhos de Júlia e Luiz, estejam a mesa posta na casa da vovó e do vovô, com uma variedade grande de saladas verdes da horta do quintal, o suco natural de fruta da época colhida do pomar do sítio, a abóbora, o queijo colonial, as batatas, o pão caseiro e a deliciosa, esfumaçante e cheirosa sopa de feijão, preparada no fogão à lenha, e, na sexta-feira da Paixão, aquele peixe enorme e saboroso pescado nos rios da região. Tudo isso porque Júlia e Luiz cercaram de muito carinho a transmissão de um valor e de uma lição de respeito às crianças, quando ensinaram que na sexta-feira da quaresma não era dia de comer carne.

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O injusto

Artigo de DAVIS SENA FILHO para o Brasil 247

O injusto é ingrato e egocêntrico; e a injustiça é a mãe de todos os conflitos. Sem justiça não há paz. O injusto não pondera, não percebe e não observa as ações e a conduta daquele com o qual convive em seu lar ou fora dele, mesmo se este ente for generoso ou tolerante e até mesmo, se o for o caso, avesso ao confronto pessoal ou em sociedade.

O injusto, além de ser ingrato, não gosta de ninguém, e demonstra parte de sua face até então escondida em suas entranhas e dessa forma dá publicidade ao outro lado de sua personalidade, que, quando em conflito, em um momento demoníaco, suas palavras brotam como lava a sair da boca de um vulcão, sem, contudo, preocupar-se com o outro, que naquele momento se torna alvo de sua ira, do seu ódio e da sua falta de compreensão sobre aqueles que estão ao seu lado.

O injusto vai contra a ordem do que é sensato, porque não pondera, do que é social, porque não é solidário, do que é humano, porque não é humanista. Ele detesta discernir sobre realidades e fatos, porque se recusa, terminantemente, a pensar nele, nas suas falhas, nos seus erros e nas suas injustiças. Afinal, ele é injusto; e se for se autoanalisar é capaz de se considerar injustiçado. E o egocêntrico sempre acha que tem razão e que nunca erra ou errará, o que, indubitavelmente, favorece muito a geração de conflitos — desentendimentos.

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Vida de PM no Paraná não é fácil!

Policial levanta, sai de casa e se dirige ao trabalho. Sobre os ombros, as responsabilidades e compromissos profissionais assumidos na formatura e que remetem aos sonhos de infância do menino que queria ser o mocinho dos filmes de ação.

Chega no quartel cheio de gás e se dirige ao superior: “- Vamos prender uns bandidos hoje?”. “- Não!”, diz o superior.

“-Vamos fazer ronda ostensiva ou trabalho preventivo?”. “- Não!”, repete o oficial.

“- Já sei. Vamos atender ocorrências da central 190″. A cara do chefe só aumentava a decepção do “insubordinado” policial que só desejava fazer o trabalho para o qual se preparou a vida toda.

“-Você vai pegar essa viatura novinha, achar uma rotatória ou uma calçada de uma rua bem movimentada, estacionar o carro em cima da calçada, ligar o giroflex e ficar lá o dia todo piscando e piscando até trocar de turno com seu colega!”, foi a ordem superior.

O nome disso é propaganda antecipada e retrato fiel de um governo mais parado que poste.

Em governo mais parado que poste, até viatura policial que deveria estar nos bairros, nas rondas ostensivas e no atendimento de ocorrências vira peça publicitária. Mais que isso, é muito empenho!

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Dilma age de forma republicana, diz tucano Anastasia

O governador de Minas Gerais, o tucano Antônio Anastasia, é destaque na edição de hoje (25) do jornal Valor Econômico, rasgando elogios ao modo petista de governar da Presidenta Dilma Rousseff, que não discrimina ninguém quando o que está em jogo é o bem estar da população brasileira. A diferença entre o “mineirim” e o seu colega de poleiro, o paranaense Beto Richa (PSDB), está na capacidade de diálogo com o governo federal, na formulação de projetos e no entendimento de que fazer política não é pegar carona nos programas da União e depois esconder a logo do governo federal no lançamento das obras.  E que os problemas estaduais para atrair investimentos passam mais pela incompetência do próprio governo.

A ladainha do governador paranaense, Beto Caroneiro, cai por terra. Não faz sentido o governo federal ter esta relação institucional com Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral, tendo o ministro Pimentel como pré-candidato ao governo, e no Paraná, colégio eleitoral menor, dar tratamento diferente.

Confira a matéria do Valor:

http://www.valor.com.br/politica/3058226/dilma-age-de-forma-republicana-diz-anastasia#ixzz2OXxweHdS

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Atendimento nada humanizado

A consulta não durou nem dez minutos. Paciente volta a consultar com o mesmo médico que fez sua cirurgia de vesícula há cinco anos. Convênio particular, todas as contas pagas no valor que cabe à saúde nessa prateleira de mercadorias.

Agora, a mulher se queixa de mal estar digestivo. Ela conta que tem sentido problemas de má digestão com mais frequência. Não se trata de refluxo e nem de fortes azias, mas apenas de desconforto na hora de comer.

Sem tirar os olhos do computador, o médico sentencia: “você vai fazer uma endoscopia!”. Ela: “precisa mesmo, doutor?”.  “E também uma colonoscopia”, acrescenta o tal do especialista. “Mas meu instestino não manifesta problema algum”, tenta ponderar a paciente.

A primeira vez durante a consulta que o médico se dignou a olhar para a paciente foi para lhe dizer com ar catedrático: “Há dois tipos de mulheres: a pobre, feia e doente e a rica, bonita e saudável. A senhora é o primeiro tipo!”.

A mulher perdeu o chão, ficou chocada. Onde se formam profissionais dessa natureza? Em que escola?

Ele foi mais cruel ainda e, de forma irritada, concluiu: “Sabe por que os homens mentem? Porque as mulheres perguntam demais”.

Depois não sabem por que respondem a processos e vão parar nos noticiários. É claro que a paciente vai pensar duas vezes antes de se entregar novamente a um bisturi nas mãos desse “profissional”.

Uma profissão tão bonita, tão disputada pelas pessoas com melhor desempenho nos estudos e tão especializada no objetivo de salvar vidas, sob o comando de seres humanos, como esse médico da narrativa (infelizmente de um caso real, acontecido em Curitiba), que não sabem cuidar das pessoas. Destroem o emocional de outro ser humano com palavras assim, carregadas de violência e de intolerância. Para reflexão!

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Sob nova direção

Diante dos novos desafios assumidos este mês por parte dos colaboradores do Blog Lado B, estamos reformulando responsabilidades legais e encargos na postagem diária neste espaço. Por isso, é que sua atualização não acontece na mesma velocidade de antes e continuará assim até que essas definições sejam concluídas.

A jornalista Thea Tavares passa a colaborar apenas e sempre que possível com suas postagens literárias e as crônicas do cotidiano, que nos remetem a um olhar bem humorado e crítico dos comportamentos em sociedade e da tal da natureza humana. Todas assinadas e com o devido crédito na postagem.

Por enquanto, oscilamos entre o “stand by” e as pautas “n-q-m”. Muito em breve, teremos novidades: Blog Lado B sob nova direção. Aguarde!

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